A tecnologia está em constante desenvolvimento. Todas as áreas estão sendo beneficiadas por ela inclusive a da saúde. Hoje você encontra a internet das coisas no monitoramento cardíaco também.

Você já deve ter ouvido falar em Internet das coisas. Conhecida como IoT (sigla em inglês para Internet of Things) refere-se a conexão de todos os dispositivos que possam coletar, transmitir e compartilhar dados na internet.

Mas esses dispositivos vão muito além dos nossos smarphones, computadores e câmeras de segurança residenciais. Pense em carros, eletrodomésticos e até mesmo hospitais onde os quartos possuam monitoramento total feito por dispositivos e robôs!

De um modo mais simples podemos dizer que o IoT é uma revolução tecnológica que possibilita conectar os itens usados do dia a dia a rede mundial de computadores. Isso feito através de uma combinação de nanosensores, processadores mais rápidos, tecnologia sem fio e smartphones. Tudo armazenado na nuvem transmitindo informações em tempo real.

A Internet das coisas na área da saúde

Estima-se que a área da saúde é uma das mais beneficiadas com a internet das coisas. A parceria entre saúde e tecnologia traz uma nova era para médicos e pacientes. Esse fato é tão importante que fez com que a OMS- Organização Mundial de Saúde-criasse um Observatório Mundial de Saúde Eletrônica e promovesse a questão ao nível de estratégia de ação.

O Dr. Aviv S. Gladman, chefe do departamento de Informação médica na Mackenzie Health, em Toronto no Canadá, concedeu uma entrevista ao portal Health IT Oucomes falando sobre essa revolução.

O Instituto de inovação Mackenzie opera uma unidade no Mackenzie Richmond Hill hospital, que conta com 34 leitos inteligentes. O objetivo é estudar como funcionários, médicos e pacientes interagem com as novas tecnologias da Internet da coisas. Outro fato observado é a prática clínica e alterações de modelos de serviços, como estão funcionando e o que precisa ser alterado.

A verdade é que esses dispositivos podem reduzir gastos com internações desnecessárias, já que todo monitoramento é feito da casa do paciente, em seu ambiente diário e em tempo real, obtendo um diagnóstico precoce.

A multinacional Philips que sempre foi famosa como indústria de eletrodomésticos, está trocando a casa dos seus consumidores para cuidar de suas saúdes.  Ela começou a se voltar cada vez mais para a negociação de aparelhos para exames por imagem como radiologia, tomografia, ultrassom, etc. Porém o objetivo é substituir a venda dos produtos por contratos de serviços assim como as grandes empresas de tecnologia Microsoft, EMC, HP e IBM trabalham seus hardwares e softwares.

Assim a Philips não venderá os equipamentos de última geração, ela “irá locar” o uso de suas máquinas. Cobrando uma taxa mensal conforme a quantidade de exames feitos, imagens armazenadas e documentos. Algumas parcerias já estão fechadas no Brasil para o uso do novo serviço.

A IoT e os monitoramentos cardíacos

Os aparelhos de monitoramento cardíaco externo, como por exemplo o Weblooper, também usam a tecnologia da internet das coisas. O aparelho fica conectado o tempo todo e todos os dados são armazenados na nuvem.

Alguns benefícios:

  • Segurança de dados:

Os exames de diagnóstico com o looper externo podem durar até 30 dias.  Caso o paciente não instale corretamente o aparelho ou ele pare de funcionar, os resultados não são perdidos.  Está tudo registrado na nuvem e só é preciso fazer a troca do aparelho e continuar o exame.

  • Acessibilidade:

Como médico você pode monitorar seu paciente quantos dias for necessário de onde você estiver. Ele fará o exame na sua própria casa sem necessidade de internações e procedimentos cirúrgicos.  Você irá acessar os dados na nuvem a qualquer hora.  Caso seja diagnosticado algo é possível suspendê-lo já que o diagnóstico já foi finalizado com sucesso.

  • Ganho de tempo

Sabemos que a área da saúde é uma das que mais valoriza o tempo do médico e do paciente. Portanto quanto mais rápido for feito um diagnóstico, mais rápido o tratamento terá chances de dar certo.

Com a internet das coisas o diagnóstico pode ser feito muito mais rápido assim como o tratamento.

O que é preciso para o armazenamento na nuvem?

Assim como os demais aparelhos que trabalham na “nuvem” é necessário estar conectado o tempo todo e para isso é preciso um chip de alguma operadora local.

Sim, como em um celular porém apenas para transmissão de dados e não para conversar. Mas sabemos como é difícil ter ‘sinal” o tempo todo em todo lugar com as operadoras aqui no Brasil. Cada região é favorável a determinada operadora.

Porém estamos falando de saúde e não podemos correr o risco do paciente viajar e perder a conexão e por consequência precisar pedir para você outro chip. A Cardio Web teve muitos problemas no início em relação a isso.

Outro problema era a disponibilidade da quantidade de chips para os aparelhos na hora que um hospital ou clinica precisava de por exemplo 30 aparelhos ao mesmo tempo. Não havia a quantidade no momento e era preciso esperar muitos dias até que eles entregassem para o cliente. Outro problema era quando precisavam repor um chip e nunca era na mesma hora.

Para que um aparelho de monitoramento cardíaco seja 100% eficaz é preciso que haja uma excelente empresa para fornecer o chip de conexão. Para resolver isso a CardioWeb fez uma parceria com empresas que vem gerenciando o uso dos chips para o armazenamento na nuvem.

Pensando na boa experiência do médico que faz uso da locação dos aparelhos da Cardio Web,  foi realizado um mapeamento da região em que médico e paciente se encontram. Com isso é possível fornecer o chip que funcionará melhor nessa área. Ela também fornece quantos chips necessários para quantos aparelhos o médico quiser.

Sendo assim fica bem mais fácil e seguro trabalhar com o Weblooper e com a Cardio Web.

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